31 de jul. de 2011

Devagar para não sofrer acidentes.

O Salmo 23 tem sido ao longo dos tempos uma das passagens mais lidas e comentadas da Bíblia. Muitas pessoas encontraram nele refúgio, abrigo e força para ir adiante. Este salmo é popularmente conhecido como "Salmo do Bom Pastor", pois de fato nele Davi fez questão de expor de maneira clara e objetiva o cuidado que o Bom Pastor tem com as suas ovelhas.

Cada versículo deste Salmo é recheado de grandes preciosidades que devem ser apreciadas com calma, assim como se aprecia uma excelente refeição ou uma maravilhosa sobremesa. Em especial a parte "B" do versículo 2, chama-nos a atenção quando diz: "Guia-me mansamente a águas tranqüilas". Onde os seguintes ensinamentos podem ser extraídos:

1-) "Guia-me":
Expressa uma certeza do salmista, que o Senhor, o Bom Pastor guia, dirige e conduz a sua vida. Isso é fantástico, pois os seres humanos falham (às vezes falham muito), falham em diversas áreas prejudicando a si mesmos e os que os cercam. Conclui-se a incapacidade e a inaptidão que os seres-humanos tem de administrar sua própria vida. Contudo a confiança para tal administração pode ser depositada no Bom Pastor para guiar, administrar e gerir a existência humana. Com Ele no barco não há naufrágios, existem tempestades, mas não naufrágios...

2-) "mansamente":
Ele não excede os limites de velocidade do Caminho, nisto existe segurança. As pessoas são aceleradas e querem tudo para ontem... Lhe apraz conduzir mansamente, devagar, e enquanto  conduz mansamente ensina, explica suas particularidades, trabalha em aspectos individuais que estão nos recônditos do coração e da alma. Mansamente, pois Ele vê o todo – passado, presente e futuro – as pessoas vêem o imediato, querem soluções rápidas e mágicas, assim se acidentam, o melhor é a condução mansa do Bom Pastor.

3-) “a águas tranqüilas”:
O destino alcançado com esta mansa condução excede as expectativas humanas – águas tranqüilas. Em pensar que no ambiente árido e desértico, cheio de intempéries como a vida é – em especial nos dias modernos que cheio de egoísmo e de egoístas – encontrar um ambiente tranqüilo é um grande sonho. Diariamente pessoas são levadas mansamente a este lugar. Talvez você pergunte, onde é este lugar? Como reconhecê-lo? Não se trata de um local geográfico, com latitude e longitude, com endereço, com CEP... É um ambiente alcançado pela fé, no Bom Pastor, que pode manifestar-se até mesmo numa fornalha ardente, ou numa cova com leões, ou no caminho rumo ao calvário, inclusive no apedrejamento.  É a encarnação do Evangelho, do Verbo na vida do individuo que modifica os ambientes, apesar dos ambientes.

Queira você ser guiado e conduzido mansamente pelo Bom Pastor às águas tranqüilas, águas de vida, águas de refrigério. Aceite o tempo levado para esta condução, desfrute dos aspectos mais particulares e peculiares desta mansa condução... você não precisa esbravejar com Motorista para ele ir mais rápido, a velocidade mansa que Ele tem mantido respeita sua vida e sua existência. Esta é a velocidade ideal que não irá lhe ferir, pelo contrário promoverá cura em seu ser e o fará forte, como forte Ele espera que você seja, o Bom Pastor, Ele está contigo.

Esta mensagem foi publicada no site: http://artigos.gospelprime.com.br/para-que-serve-o-salmo-23/ com o título: "Para que serve o salmo 23"

Rodrigo Diego da Silva

15 de jul. de 2011

Reino de Deus na história?

Porque o Reino de Deus é tão mal expresso pela igreja brasileira?

Pergunta respondida pelo Pr. Ariovaldo Ramos durante evento da Missão Na Integra.

Isso é uma realidade mundial, não só nossa, até porque nós somos mais repetidores do que promotores, não temos teologia, mas repetições ou tradições teológicas. Não quero dizer que Calvino ou Lutero não tenham o que ensinar, porém temos que pegar o que ensinaram e ver o que fazemos com isso hoje, fazer nossa contribuição para igreja hoje, contudo mesmo quando temos contribuições são repetições. Eu saúdo os que estão fazendo propostas hoje de chamar a atenção da igreja para o Reino.

Este é um tema esquecido, desde muito. Principalmente porque a gente teve influência da escatologia dispensacionalista, e esta riscou o Reino da história, colocou-o do milênio para lá... E ficou uma coisa meio esquisita, pois Jesus tinha dito para buscar o Reino em primeiro lugar e sua Justiça, mas quando eles jogaram o reino para o milênio não sobrou nada para buscar de Reino nesta história, ...porque é para o milênio. Então pegaram o sermão do monte todo e jogaram para o Reino, para o milênio, para fora da história. Do século 18 para cá, as conotações sobre o reino praticamente desapareceram por causa desta escatologia, e isto vigorou no mundo todo.

Grande parte da igreja foi influenciada pelos Estados Unidos, e os Estados Unidos baniram o Reino para fora da história. Isto foi retomado à muito pouco tempo pelo pessoal da Teologia da Libertação e pelo pessoal da Teologia da Missão Integral, principalmente estes dois grupos. O pessoal da Teologia da Libertação com um viés liberal e o pessoal da Missão Integral com um viés ortodoxo (uma consciência do Reino com base na fé biblico-historica). 

11 de jul. de 2011

Desfiliação de Marina Silva: Possíveis Impactos.

Marina Silva candidata a presidência da república em 2010 que angariou mais de 20 milhões de votos pediu desfiliação do PV. Nesta ultima quinta-feira, 07, Marina Silva juntamente com outros 15 aliados pediram desfiliação do Partido Verde, partido fundado em 1986 que possui como principais características a luta pelas causas ambientais e sociais. Marina fez parte do PV por quase 2 anos (exatos 22 meses), e estava nele quando se candidatou a presidência em 2010.

A carta de desfiliação teve a seguinte introdução: “Chegou a hora de acreditar que vale a pena, juntos, criarmos um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas, experimentando a convivência na diversidade, a invenção de novas maneiras de resolver problemas solidariamente, indo à luta à margem.” No decorrer da carta que está disponível no endereço: www.minhamarina.org.br está descrito o relato de que Marina e aliados não encontraram no PV apoio para levar adiante alguns projetos que tem como objetivo uma "nova forma de fazer política", buscando "o diálogo horizontal com a sociedade por meio de redes sociais – digitais ou não, a sustentabilidade como valor central para um projeto de desenvolvimento e muitas outras que receberam ampla adesão social"

Esta atitude com certeza trará algum impacto para o cenário político brasileiro. Desde as eleições passadas as noticias relacionadas à Marina tem ganhado grandes proporções, especialistas políticos avaliam a desfiliação considerando duas principais conseqüências a primeira é que Marina ao sair leva consigo os votos conquistados em 2010 deixando assim o PV “a ver navios”; a segunda é Marina ao sair juntamente com uma quantidade considerável de aliados pode fundar um novo partido, uma nova sigla, ou até mesmo fortalecer o Movimento Marina iniciado no ano passado e a partir deste dar continuidade dia a dia em sua campanha e participações político-ambientais.

Para os cristãos, em especial os evangélicos esta desfiliação não pode ser negligenciada. Sabe-se que um percentual considerável do eleitorado de Marina Silva é composto por cristãos, em sua grande maioria protestantes, evangélicos de todos os seguimentos – de históricos a neopentecostais.  O reflexo positivo que esta desfiliação pode produzir neste sentido é a convergência de muitos líderes e pensadores cristãos relevantes de nosso período ao novo Movimento/Partido que pode ser iniciado por Marina e aliados.

A expectativa de algo positivo nesta desfiliação deve ser nutrida. Existem inúmeras questões políticas e sócio-ambientais que na óptica cristã tem sido desconsideradas pelas lideranças políticas atuais e que podem receber sua devida relevância neste novo cenário que está prestes a surgir. Contudo sabe-se que a teoria mantém certa distancia da prática, os motivos desta desfiliação, bem como as ideologias que estão sendo formuladas devem ser colocadas em prática com certa urgência, para isso Marina e aliados precisarão contar com um número bem superior a 20 milhões de votos. 


Por Rodrigo Diego da Silva

1 de jul. de 2011

Essa praga chamada teologia liberal

Infelizmente existem inúmeros seminários teológicos neste país, que tem ensinado aos seus alunos conceitos absolutamente anticristãos. Tais seminários contrapondo-se a ortodoxia cristã admitiram em seu rol de professores, pessoas que negam a inerrância da Bíblia além de afirmarem que ela está repleta de mitos e lendas. Para estes, Adão e Eva não existiram. Na verdade, os liberais ensinam que ambos não passam de um símbolo para ensinar a humanidade que foi criada através da evolução. Se não bastasse isso, tais teólogos crêem que Jesus não fez milagres literais. Para eles, Jesus nunca teria andado sobre a água, nem tampouco multiplicado pães e alimentado uma grande multidão.

Quando ensinam a respeito do Espírito Santo o fazem de forma equivocada afirmando que o Espírito de Senhor não é um ser pessoal, mas sim a força e o agir de Deus. Além disso, paganizaram a Trindade Santa atribuindo-lhes gênero e sexualidade, afirmando através de seus ensinos que o Espírito Santo é a parte feminina de Deus.

Ao ensinarem sobre a ressurreição de Cristo, afirmam que tal fato não ocorreu, até porque, para estes, a mensagem central da Bíblia é a ressurreição de Jesus em nossos corações.

Caro leitor, infelizmente o número de pastores que relativizaram as Sagradas Escrituras em detrimento de uma teologia espúria se multiplica a olhos vistos. Sem sombra de dúvidas os conceitos liberais têm adoecido e sufocado o Corpo de Cristo, injetando no coração dos cristãos, valores que se contrapõem aos ensinos bíblicos.

Isto posto, creio que mais do que nunca necessitamos fazer da Palavra de Deus nossa fonte de fé. O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro.

Em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções provocadas pelo liberalismo teologico que tantos males tem feio a igreja de Cristo.

Pense nisso!

Renato Vargens

Fonte: http://renatovargens.blogspot.com/2009/06/essa-praga-chamada-teologia-liberal.html
Acesso em: 15/06/2011

15 de jun. de 2011

Pronunciamento das Igrejas Batistas Nacionais sobre a PL 122

As igrejas batistas nacionais espalhadas nas vinte e seis unidades da federação e no Distrito Federal, posicionam-se democrática e institucionalmente contrárias ao PLC 122/06, entendendo tratar-se de projeto tendencioso que visa suprimir direitos consumados como a liberdade de consciência e de expressão e a liberdade religiosa e de culto, e ainda, uma ameaça o princípio salutar da separação entre igreja e Estado.

Nós batistas temos lutado há quatro séculos pela liberdade, e desenvolvido internamente um modelo de governo que privilegia a tolerância, o diálogo e a democracia participativa. Temos, portanto direito e autoridade moral para nos posicionarmos contra todo tipo artifício que vise cercear nosso “modus vivendi”.

Não nos parecem subsistentes os argumentos apresentados pelos proponentes do PLC 122/06 para amparar um segmento da sociedade que a si mesmo se denomina GLBTT como se estivessem desassistidos por diversas leis que já criminalizam o preconceito. A lei em questão apresenta excessivo rigor ao que chama de comportamento “homofóbico”. O movimento GLBTT usa bem a mídia para divulgar sua causa, lança suspeição a maioria da população que exerce seu direito natural e legal de ser heterossexual e rotula de preconceituoso quem não concorda com eles.

Respeitamos a todos e entendemos por justiça a igualdade de direitos e deveres, bem como a supressão de privilégios de indivíduos ou grupos. Compreendemos que cabe ao Estado e a sociedade organizada proteger os menos favorecidos e os incapazes, assim como buscar a erradicação da miséria, da exclusão social, do analfabetismo e outros males que estratificam a população em classes economicamente muito distanciadas, privando muitos de acesso a educação, saúde e tecnologia. 

Para afirmar nossa posição, basta leitura dos princípios defendidos pelos batistas há séculos. Não temos nada de novo a dizer sobre liberdade. Lembramos, porém, que a liberdade não é o único bem que defendemos. Lutamos também pela verdade, pela justiça do reino de Deus, e pela pregação do Evangelho de Jesus Cristo a todas as criaturas. Muitos cristãos foram e ainda são encarcerados. Muitos cristãos morreram e outros hoje são perseguidos por amor a Jesus. Se nos for dada liberdade para cumprir nossa missão, melhor. Se não, continuaremos a fazê-lo, mesmo sob risco, porém fiéis a Deus, que nos comissionou.

Pr. José Carlos da Silva
Presidente da CBN

PRINCÍPIOS BATISTAS:

II – O INDIVÍDUO

1. Seu Valor
A Bíblia revela que cada ser humano é criado à imagem de Deus, é único, precioso e
insubstituível. Criado ser racional, cada pessoa é moralmente responsável perante Deus e o próximo. O homem como indivíduo é distinto de todas as outras pessoas. Como pessoa, ele é unido aos outros no fluxo da vida, pois ninguém vive nem morre por si mesmo. A Bíblia revela que Cristo morreu por todos os homens. O fato de ser o homem criado à imagem de Deus, e de Cristo morrer para salvá-lo, é a fonte da dignidade e do valor humano. Ele tem direito, outorgado por Deus, de ser reconhecido e aceito como indivíduo sem distinção de raça, cor, credo ou cultura; de ser parte digna e respeitada da comunidade; de ter a plena oportunidade de alcançar o seu potencial.
Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade infinita.

2. Sua Competência
O indivíduo, porque criado à imagem de Deus, torna-se responsável por suas decisões morais e religiosas. Ele é competente, sob a orientação do Espírito Santo, para formular a própria resposta à chamada divina ao evangelho de Cristo, para a comunhão com Deus, para crescer na graça e conhecimento de nosso Senhor. Estreitamente ligada a essa competência está a responsabilidade de procurar a verdade e, encontrando-a, agir conforme essa descoberta e de partilhar a verdade com outros. Embora não se admita coação no terreno religioso, o cristão não tem a liberdade de ser neutro em questões de consciência e convicção. 
Cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.

3. Sua Liberdade
Os batistas consideram como inalienável a liberdade de consciência, a plena liberdade de religião de todas as pessoas. O homem é livre para aceitar ou rejeitar a religião; escolher ou mudar sua crença; propagar e ensinar a verdade como a entenda, sempre respeitando direitos e convicções alheias; cultuar a Deus tanto a sós quanto publicamente; convidar outras pessoas a participarem nos cultos e outras atividades de sua religião; possuir propriedade e quaisquer outros bens necessários à propagação de sua fé. Tal liberdade não é privilégio para ser concedido, rejeitado ou meramente tolerado — nem pelo Estado, nem por qualquer outro grupo religioso — é um direito outorgado por Deus.
Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, respeitando os direitos dos outros.

5. Sua Relação Para com o Estado
Tanto a igreja como o Estado são ordenados por Deus e responsáveis perante Ele. Cada um é distinto; cada um tem um propósito divino; nenhum deve transgredir os direitos do outro. Devem permanecer separados, mas igualmente manter a devida relação entre si e para com Deus. Cabe ao Estado o exercício da autoridade civil, a manutenção da ordem e a promoção do bem-estar público.
A igreja é uma comunhão voluntária de cristãos, unidos, sob o domínio de Cristo, para o culto e serviço em Seu nome. O Estado não pode ignorar a soberania de Deus nem rejeitar Suas leis como a base da ordem moral e da justiça social. Os cristãos devem aceitar suas responsabilidades de sustentar o Estado e obedecer ao poder civil, de acordo com os princípios cristãos.
O Estado deve à igreja a proteção da lei e a liberdade plena, no exercício do seu ministério espiritual. A igreja deve ao Estado o reforço moral e espiritual para a lei e a ordem, bem como, a proclamação clara das verdades que fundamentam a justiça e a paz. A igreja tem a responsabilidade, tanto de orar pelo Estado, quanto de declarar o juízo divino em relação ao governo, às responsabilidades de uma cidadania autêntica e consciente, e aos direitos de todas as pessoas. A igreja deve praticar coerentemente os princípios que sustenta e que devem governar a relação entre ela e o Estado.
A igreja e o Estado são constituídos por Deus e perante Ele responsáveis. Devem permanecer distintos, mas têm a obrigação de reconhecimento e reforços mútuos, no propósito de cumprir-se a função divina.

Acesso: 15/06/2011

Pronunciamento da Igreja Metodista sobre a PL 122

O Colégio Episcopal da Igreja Metodista divulgou hoje, 10, um pronunciamento oficial sobre o Projeto de Lei 122. O texto tramita no Senado Federal e prevê punições para quem impedir, por exemplo, manifestações de afetividade entre pessoas homossexuais em locais públicos, quem recusar ou sobretaxar a compra ou a locação de imóveis em razão de preconceito, ou quem, pelo mesmo motivo, prejudicar recrutamento, promoção profissional ou seleção educacional.

Para a Igreja Metodista, a liberdade é um dos principais pilares da sociedade e só é possível vivê-la se houver a concretização da liberdade de consciência e expressão. O projeto, portanto, incita a discriminação ao promover censura da consciência e da expressão e promove a violência, pois defende a liberdade para um grupo em detrimento de outros.

A Igreja Metodista manifesta:

• Discordância com relação ao Projeto de Lei 122/2006 por ferir os preceitos Constitucionais à luz do direito humano de “pensar e deixar pensar”, ou seja, “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.

• Considerando os preceitos e ensinos da Bíblia e da Igreja, reafirmamos a nossa posição contrária à prática do homossexualismo. Ao mesmo tempo, enfatizamos a importância de uma pastoral acolhedora e amorosa, anunciando a mensagem reconciliadora e transformadora do Evangelho em termos de arrependimento e nova vida anunciada por Cristo Jesus.

• Destacamos o nosso compromisso evangélico com a paz, pelo que nos levantamos contra todo tipo de violência. Somos pelo desarmamento, pela proteção da criança para que não seja violentada, pelo enfretamento de toda violência contra a mulher. Nada pode justificar a violência, pois os pacificadores é que “serão chamados filhos de Deus”. (Jesus, in Mateus 5.9)

• Ressaltamos que a Igreja não aceita a homofobia e abomina toda e qualquer perseguição à qualquer ser humano por conta do seu estilo de vida, da mesma forma que não podemos nos calar diante de qualquer situação que agrida a dignidade da vida.

A Igreja Metodista conclama:

• As nossas autoridades legislativas para que tenham sensibilidade, à luz dos preceitos Constitucionais, pela não aprovação da PL 122/2006 nos termos propostos. Entendemos que dentro de uma sociedade democrática temos que garantir o direito inviolável à liberdade de consciência, de crença e expressão.

• O povo metodista manifesta-se, através dos meios de comunicação e de relacionamento da Igreja e fora dela, contrariamente ao Projeto de Lei, orando para que Deus dê discernimento aos nossos legisladores.


São Paulo, 10 de junho de 2011
Bispo Adonias Pereira do Lago
Secretário do Colégio Episcopal
Igreja Metodista

Bispo João Carlos Lopes
Presidente do Colégio Episcopal
Igreja Metodista

Acesso em 15/06/2011.