Mostrando postagens com marcador Mensagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mensagem. Mostrar todas as postagens

2 de jan. de 2011

UM ANO FELIZ...


A verdadeira felicidade começa em saber  discernir... Discernir o "conselho" dos ímpios, e perceber quanto são nocivos e o quanto podem estragar. Muitas pessoas se prejudicaram ouvindo "conselhos errados". Saber separar as coisas, por exemplo, conselhos bons dos maus, não é o bastante ainda. É preciso escolher entre um e outro. A palavra "conselho" na passagem do Salmo 1 não é um simples conselho, mas ideias, planos, idéias humanas! E é nisso que todos fundamentam sua vida; as pessoas dizem "eu creio nisso" ou "eu penso assim... e assim". O mundo acredita em ideias e estratégias humanas. Por isso a infelicidade toma conta de muitos.  Mas veja no que consiste a verdadeira felicidade, segundo o Salmo 1  se concentra na lei do Senhor - na vontade de Deus para você. Aquilo  que Deus tem para você, é o que lhe fará feliz. Pode ter certeza. Deus quer, pois, que você se empenhe mais naquilo que ele tem para você. O salmista até radicaliza, quando diz para se deter de dia e de noite em meditar na lei do Senhor - ou seja sempre. Somente assim será possível desfrutar de um ano abençoado e próspero. Mas tem ainda uma coisa... Quem faz da lei do Senhor sua âncora de vida, também saberá esperar o tempo de Deus. Esse tempo chega  e quando chega valerá a pena a escolha que foi fieta, pois como palmeiras, quem escolheu pela lei do Senhor, será  fixado e produzirá frutos junto ao ribeiro da vida. As ideias dos homens passam, os amigos passam, tudo passa... Aquilo que julgávamos como felicidade passou, mas se nós dedicarmos nas coisas de Deus - todo o tempo e empenho Deus não esquecerá e nos fará prosperar no tempo oportuno. 

Um bom ano.

Fonte: http://palavrasionista.blogspot.com - Pr. Antonio José de Souza Pinto

Até Mais;
Rodrigo D. Silva

19 de dez. de 2010

Mensagem de Natal 2010

Russian icon of the Nativity

Estamos no mês da alegria! Aproveite bem as oportunidades de ouvir músicas tão belas. Participe do calor que vem da família e das amizades. Dê presentes aos seus amigos, aos seus queridos familiares e às pessoas necessitadas. Cante o refrão, “Alerta, ó terra, entoa a nova alegre e boa, nasceu o Redentor!”

Todavia, afaste-se um pouco do brilho e do esplendor tão evidentes em tantos lugares durante este mês, e contemple, com cuidado e sem pressa, a criança na mangedoura. Será que esse quadro não nos oferece um estímulo poderoso para repensarmos a natureza da fragilidade?

Essa criança está envolta em panos de mistério. Esse bebezinho é Deus encarnado diante dos nossos olhos. Essa criancinha é a onipotência envolta em tiras de pano, a onipresença colocada num estábulo, a onisciência confinada a um leito de palha!

Essa criancinha se identifica com aqueles que não têm onde repousar a cabeça cansada. No seu nascimento nao se vê o aparato da nobreza; os sinais exteriores de privilégio desaparecem.

Essa criança na mangedoura é uma lição sobre o mistério da fragilidade!

A hora chegaria em que esse bebê frágil e indefeso de Belém seria reconhecido como o Salvador do mundo. Deitado numa mangedoura ou pendurado numa cruz, Ele projetaria a aparência de ser uma vítima da circunstância, uma pessoa de quem sentiríamos pena, e um modelo de fragilidade.

No entanto, o poder verdadeiro está ausente a não ser que ele brilhe através destes panos de fragilidade. O auto-esvaziamento e a auto-negação autenticos somente são possíveis para aqueles que verdadeiramente conhecem o poder de Deus. Uma vida de serviço prestado com alegria, mesmo que ao nível de sacrifício, é a única opção para aqueles que conhecem a fragilidade do Cristo criança.

Essa fragilidade não deve ser confundida com o sentimento de abandono oriundo da miséria e do desespero. Ao contrário, é a submissão que consiste no ingresso voluntário para a comunidade do pobre e desabrigado a fim de transformá-la numa sementeira de extraordinárias possibilidades. Essa é a frigilidade que conhece as trincheiras, que faz companhia com os necessitados, e que se sente à vontade na presença daqueles que foram empurrados para a periferia da sociedade.

O que contemplamos na mangedoura e celebramos no Natal é o poder extraordinário da fragilidade! Quando experimentamos essa fragilidade, o Espírito Santo nos capacita para sermos verdadeiramente servos de todos. Só então podemos ajudar a transformar o mundo através do serviço que prestamos. O bebezinho da mangedoura é um sinal poderoso de Deus para manifestar ao mundo todo o amor divino que abre o caminho para a vida. Ele se fez pobre para que pela Sua pobreza fôssemos enriquecidos.

(Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos. 2 Corintios 8.9).

Fonte: http://www.bwanet.org/ (Aliança Batista Mundial)
 
Abraço;
Rodrigo D. Silva